O paciente que esfria antes de chegar — e a papelada que envelhece na mesa de quem atende. Uma operação só: gente experiente à frente, ferramenta própria nos bastidores.
"Na era da inteligência artificial, o nosso diferencial é — e sempre será — o humano."
a operação e os contratos seguem revisão dedicada de proteção de dados e LGPD · o teu agente pode ter o nome e o jeito da tua equipe — uma Rafa, Fernanda, Ju ou Mara, clonada da tua melhor atendente, sempre se identificando como IA
"Gente para o julgamento. Máquina para o volume. Nunca o contrário."
Anos de linha de frente em saúde — recepção, convênio, agenda e o paciente ansioso das 18h59. A operadora que dá nome à empresa treina a agente, supervisiona as conversas e assume o que a IA não deve decidir. Ao lado dela, Lucas Fabrício responde pelo jurídico, pela tecnologia e pela proteção de dados.
Sim — sempre. O agente se apresenta como assistente virtual na primeira mensagem. Além de ser regra (CFM e Meta), é o que preserva a confiança no seu nome.
O agente não opina sobre saúde. Casos sensíveis, dúvidas clínicas e negociações passam para a operadora humana, com o histórico completo.
Não. Operamos pelo caminho oficial da Meta e, quando faz sentido, com coexistência: sua equipe continua no aplicativo de sempre, no mesmo número.
Não — devolve o tempo dela. Absorvemos o volume repetitivo e a retaguarda; sua equipe cuida de quem está na frente dela.